O Instituto Nacional de Pesquisas Oceânicas (INPO) é oficialmente criado com a assinatura do contrato de gestão com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), marcando o início de uma nova instituição dedicada à promoção integrada e transdisciplinar das ciências do mar no Brasil. A formalização como organização social permite ao INPO impulsionar pesquisas oceânicas estratégicas, fortalecer capacidades científicas e tecnológicas e apoiar políticas públicas voltadas à sustentabilidade e ao desenvolvimento nacional.
Linha do TEMPO
Parceria INPO–Confap
É firmada a primeira parceria institucional do INPO. Odir Dellagostin, presidente do Confap, e Segen Estefen, diretor-geral do INPO, assinam memorando de entendimento para ampliar a base de conhecimento científico e apoiar o uso sustentável do oceano.
Seminário Oceano e Mudanças Climáticas
Ainda sem sede própria, o INPO realiza seu primeiro evento institucional. O seminário reúne cientistas, especialistas, empresários e gestores para discutir e propor ações de adaptação às mudanças climáticas no Brasil, sob a perspectiva das ciências oceânicas.
INPO inaugura sua sede
Após seis meses de obras, o INPO inaugura sua sede no Parque Tecnológico da UFRJ, ocupando todo o quarto andar do edifício.
INPO no Oceans20
No âmbito da Presidência Brasileira do G20, o INPO lidera, em parceria com a Cátedra Unesco para a Sustentabilidade do Oceano, a Fundação Getulio Vargas e outros parceiros, a cúpula Oceans20 Summit, no Rio de Janeiro. O encontro reuniu representantes do G20, da sociedade civil, da academia e do setor privado e resultou no lançamento do Oceans20 Communiqué, com recomendações para integrar o oceano às agendas globais de clima, desenvolvimento e comércio.
Assinatura de acordo com Prefeitura do Rio
Durante o Oceans20, o INPO e a Prefeitura do Rio de Janeiro assinam acordo para o monitoramento da costa oceânica e a implantação de um sistema de observação costeira no município.
Oceano profundo em pauta
O INPO promove o Workshop Internacional sobre Pesquisa no Oceano Profundo, reunindo especialistas nacionais e internacionais para discutir desafios científicos, tecnológicos e estratégias de cooperação no Atlântico Sul. Na ocasião, o Instituto anuncia a preparação de uma expedição inédita à Cadeia Vitória-Trindade.
Agenda oceânica no Palácio do Planalto
O INPO participa de reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no Palácio do Planalto, em Brasília, sobre o protagonismo do Brasil na preservação e no desenvolvimento econômico-social associado ao oceano.
Parceria com Ocean Quest
Durante a UNOC3, em Nice, o INPO assina memorando de entendimento com a fundação saudita OceanQuest para viabilizar uma expedição científica à Cadeia Vitória-Trindade, no mar profundo brasileiro.
Acordo com a Mercator
Também durante a UNOC3, o INPO firma parceria com a Mercator para o desenvolvimento, no Brasil, do projeto Gêmeo Digital do Oceano, com foco no Atlântico Sul.
Diplomacia científica na UNOC3
O INPO e a Universidade de Bergen realizam o evento paralelo Navigating Common Waters: Ocean Science Diplomacy for a Sustainable Common Future, reforçando o papel da ciência oceânica na cooperação internacional.
NPO na União Europeia
O INPO participa da 12ª Reunião do Comitê Conjunto Brasil–União Europeia em Pesquisa e Inovação, em Bruxelas, apresentando-se como interlocutor para o desenvolvimento de pesquisas conjuntas.
INPO Summer School
A INPO Summer School 2025 reúne 27 jovens pesquisadores de nove países em uma semana intensiva de aulas e atividades práticas sobre modelagem numérica e análise de dados aplicadas à ciência oceânica, com foco em resiliência costeira. A iniciativa integra a All-Atlantic Ocean Research and Innovation Alliance (AAORIA), é coordenada pelo projeto OKEANO, da União Europeia, e realizada pelo INPO, com apoio do CNPq e parceiros.
Exposição na SNCT
O INPO realiza exposição na 22ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, em Brasília, ocupando área de destaque no evento. A exposição mostrou de forma lúdica, divertida e acessível, a importância de se conhecer o oceano para protegê-lo. A estimativa do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) é que o evento tenha recebido um público de 120 mil visitantes, a maioria estudantes do ensino médio e fundamental.
Centro Temático de Energia Azul
Inpo ganha edital da Finep, no valor de R$ 15 milhões, para desenvolvimento do Centro Temático de Energia Renovável no Oceano – Energia Azul. O projeto prevê o desenvolvimento de quatro tecnologias para produção de energia renovável offshore, com foco na produção de energia offshore em escala comercial.
Projeto arquitetônico: Centro de Instrumentação Oceânica
O INPO vence edital da Finep para a elaboração do projeto arquitetônico do futuro Centro de Instrumentação Oceânica, primeira etapa para a implantação dessa infraestrutura estratégica nacional.
INPO na COP30
Durante a COP30, o INPO organiza uma tarde de debates sobre o oceano, com painéis dedicados a energias renováveis, economia azul, mudanças climáticas e cultura oceânica. Os debates contaram com a participação de especialistas, nacionais e internacionais, em diferentes áreas de conhecimento
INPO coordena artigo em livro lançado na COP30
No livro “Mudanças Climáticas no Brasil”, lançado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação durante a COP30, o diretor-geral do INPO, Segen Estefen, e Moacyr Araújo, vice-reitor da Universidade Federal de Pernambuco, coordenaram o capítulo “Oceano e Zonas Costeiras”. Um dos destaques da publicação, o capítulo reúne contribuições de 19 pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento oceânico.
Parceria INPO–Fiocruz
O presidente da Fiocruz, Mário Moreira, e o diretor-geral do INPO, Segen Estefen, assinam acordo de cooperação para o desenvolvimento de pesquisas no âmbito da iniciativa “Uma Só Saúde Azul”.
Escuta da comunidade científica
O INPO realiza pesquisa nacional para compreender as expectativas, desafios e oportunidades percebidos pela comunidade científica oceânica brasileira.
INPO conclui primeira fase do banco de dados oceanográficos
O INPO conclui a primeira fase do Sistema de Aquisição e Distribuição de Dados (SADD), base do SID-Oceano, infraestrutura que organiza, qualifica e disponibiliza dados oceanográficos do Atlântico Sul e cria as bases para o futuro Gêmeo Digital do Atlântico Sul.